Os mercados de previsão avançaram no Brasil em 2026 e entraram no radar das autoridades por permitirem contratos sobre eleições e outros eventos fora das modalidades autorizadas pela legislação. A plataforma descentralizada Polymarket movimentou mais de US$ 171 milhões em contratos sobre a eleição presidencial brasileira, apesar dos bloqueios regulatórios.
Mesmo proibidos, mercados de previsão movimentam milhões nas eleições e desafiam regulação
