A sensação de controle sobre as ferramentas tecnológicas do cotidiano deixou de ser um detalhe para se tornar um fator determinante para a saúde mental, o bem-estar e o potencial de realização. A conclusão é do levantamento da Logitech, chamado de "Ctrl Tomorrow", após ouvir mais de 9 mil pessoas e 1.350 gestores de TI em nove países, incluindo o Brasil.
A pesquisa revela que apenas 30% da população global relata ter alto grau de autonomia na gestão das tecnologias com as quais lida no dia a dia, enquanto somente 10% sentem que estão verdadeiramente no comando do ecossistema digital que utilizam. Em contrapartida, cerca de 4,2 bilhões de pessoas sofrem com o impacto emocional da falta de domínio sobre seus equipamentos, convivendo com sensações recorrentes de exaustão, ansiedade e impotência diante de falhas técnicas.
O peso do atrito tecnológico e o otimismo dos brasileiros
A perda de controle sobre o hardware e o software gera custos diretos para o equilíbrio pessoal. Cerca de três em cada cinco pessoas afirmam que os atritos e problemas com a tecnologia afetam negativamente o seu humor após o expediente de trabalho. No entanto, quando as ferramentas funcionam com fluidez, 52% dos entrevistados relatam ter alcançado objetivos que antes pareciam impossíveis.
O levantamento também apontou discrepâncias culturais relevantes sobre a percepção das inovações.
