O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), só vai analisar o pedido de soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dentro de revisão criminal que tramita na Corte, após o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado por Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).O ministro avalia que uma eventual decisão antes do pleito pode interferir no processo eleitoral.
Como relator, Nunes Marques precisa analisar a questão, aguardar parecer da Procuradoria-Geral da República e, depois liberar para o plenário. Caberá ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, pautar a ação.
Por meio de nota, emitida nesta quara-feira (7/10), Nunes Marques ressaltou que “O caso ainda está pendente de parecer da PGR, mas, quando estiver pronto para julgamento, o ministro pretende levar ao plenário, que é o órgão competente. E a data desse julgamento, se for a plenário presencial, depende do presidente do Supremo Tribunal Federal”.
A informação sobre a possibilidade de liberação do julgameno após o 2º turno das eleições foi publicada em primeira mão pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo Metrópoles. A segunda etapa da votação está agendada para 25 de outubro.
