Pesquisando a peste pneumônica, uma cientista de 28 faleceu na Rússia vítima de uma pneumonia de causa desconhecida. A situação acionou alertas de surto no país, e a OMS acompanha o desenrolar o caso.
A peste pneumônica é causada pela bactéria Yersinia pestis, que também é responsável pela peste bubônica e peste septicêmica. O contato com o patógeno pode se dar pela tosse de pessoas contaminadas.
No caso da variante estudada no laboratório russo, os sintomas aparecem entre dois e três dias após a exposição, mas também podem estar relacionados à evolução da peste septicêmica.
Os primeiros sintomas são febre alta, calafrios, frequência cardíaca acelerada e dores de cabeças intensas. Cerca de 24 após a exposição, o paciente passa a apresentar uma tosse com catarro claro, mas que vai evoluindo com o passar do tempo. Eventualmente, se torna de cor vermelha intensa, comparado a um xarope de framboesa, com espuma, explica o Manual MSD.
