Coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) negou à coluna qualquer chance de acordo político do presidenciável para salvar o ministro do STF Alexandre de Moraes.
A negativa foi uma reação a petistas, que avaliaram à coluna que o apoio do ex-presidente Michel Temer (MDB) a Flávio no segundo turno envolveria um acordo para salvar Moraes, indicado ao Supremo pelo emedebista.
“Nas conversas que nós tivemos, não existe nenhuma palavra de acordo. Não queremos vingança contra ninguém, mas não seremos omissos“, afirmou Marinho à coluna.
Para o senador potiguar, petistas investem nessa tese em uma “tentativa de virar o jogo”, após perceberem que o “grande vetor” da vitória da direita no primeiro turno foi o próprio STF, que “claramente tomou um lado”.
Marinho afirmou ainda que ofensiva do PT visa “desplugar a população do nosso lado”. Ele lembrou, porém, que mais de 70% dos presos votaram em Lula. “Sabemos exatamente qual é o lado deles e qual é o nosso”, declarou.
