Apesar de contar com a maior bancada feminina da história a partir de 2027, com 15 parlamentares, 12 estados não contarão com representações femininas no Senado Federal. Ainda assim, o número é menor do que o atual cenário, em que 16 unidades federativas não possuem senadoras.
Desses estados, dez continuarão apenas com senadores homens (Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Rio Grande do Sul e Sergipe). Os outros dois entes que fecham a lista são Paraíba e São Paulo, que perderam suas únicas representantes femininas.
Porém, quatro unidades federativas que não possuíam senadoras começarão a ter a partir de 1º de fevereiro de 2027, sendo elas Acre, Ceará, Goiás e Minas Gerais. Outros estados continuaram com ao menos uma mulher em suas cadeiras, com algumas parlamentares não reeleitas sendo substituídas por outras candidatas.
A exceção entre os estados é o Distrito Federal, que se tornou o primeiro ente a possuir uma bancada totalmente feminina, com Damares Alves (Republicanos), eleita em 2022, Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL), eleitas neste ano. Já Maranhão e Pernambuco contarão com duas senadoras na próxima legislatura.
Segundo turno e caso Deltan Dallagnol
Apesar de um quadro praticamente fechado, os representantes do Amazonas no Senado podem passar a contar com uma mulher, isso porque o senador Omar Aziz (PSD) concorrerá no segundo turno ao governo em seu estado.
