Os primeiros taxidermistas foram os antigos egípcios, mais de 4 mil anos atrás. Utilizando especiarias, óleos e resinas, eles preservavam cães, gatos, macacos, aves e outros animais que pertenciam aos faraós, sepultando-os em tumbas. Não ficava exatamente bonito, já que o objetivo não era expor o animal.
Não dá para dizer que isso seria exatamente taxidermia. Neste caso, o embalsamento tinha como objetivo satisfazer as tradições religiosas da sociedade egípcia - e não dar aos animais uma aparência natural ou colocá-los em exposição.
Já nos séculos 17 e 18, naturalistas europeus que precisavam catalogar espécies vindas das Américas, África e Ásia desenvolveram técnicas de preservação mais sofisticadas. Jean-Baptiste Bécoeur criou o “sabão arsenical”, uma mistura tóxica (hoje proibida) que preserva o material por centenas de anos.
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Pouco tempo depois, em 1803, a palavra “taxidermia” - do grego taxis (arranjo) e derma (pele) - apareceu pela primeira vez numa enciclopédia francesa escrita pelo naturalista Louis Dufresne. O termo “empalhar” nasceu justamente nessa época.
No século 19, Carl Akeley (considerado o pai da taxidermia) aperfeiçoou os métodos de modelagem e postura realista, aproximando mais o resultado final do animal vivo.
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Pergunta de Robson Vilanova Ilha, São Sepé (RS)
Para que servem os bigodes dos gatos?
