A aparência imponente e a fama de perigosa fazem com que a aranha-caranguejeira seja frequentemente removida de seu habitat natural ou eliminada por receio de acidentes. No entanto, a preservação desse animal é fundamental para o equilíbrio ambiental.
Diferente do senso comum, a espécie desempenha um papel de controle populacional na natureza.
Picada dolorosa, mas sem peçonha
Um dos maiores mitos em torno da caranguejeira envolve a gravidade do seu ataque. O animal não possui peçonha, ou seja, não injeta veneno capaz de provocar risco de vida aos seres humanos.
Apesar de não ser peçonhenta, a picada exige atenção devido ao tamanho das suas quelíceras, as presas do aracnídeo. A perfuração mecânica causada por essas estruturas grandes provoca dores intensas e pode ocasionar náuseas. Contudo, não há toxicidade letal associada à picada.
Mecanismo de defesa e pelos urticantes
Ao se sentir ameaçada, a caranguejeira adota uma estratégia defensiva específica antes de tentar qualquer contato físico. O animal lança no ar pelos urticantes presentes em seu corpo.
Esses pelos se dispersam no ambiente e causam irritações na pele e nos olhos de potenciais predadores ou pessoas desavisadas. Essa reação é o principal recurso de proteção do aracnídeo.
MOMENTO AMBIENTAL - ARANHA CARANGUEJEIRA
A presença da caranguejeira no ecossistema auxilia diretamente na regulação da fauna local.
