O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) criticou, nesta quarta-feira (7/10), a articulação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a aprovação do fim da escala 6×1. O presidenciável afirmou que a mudança no regime trabalhista “não vai adiantar” se vier acompanhada de desemprego ou endividamento.
“Depois de quatro anos de governo, ele quer correr para apreciar uma matéria como essa. Está pensando em eleição. É óbvio que eu sou a favor de que o trabalhador tenha um tempo de folga, para almoçar com a sua família, ir à praia no final de semana, viajar. Só que nada disso vai adiantar se estiver todo mundo endividado ou desempregado. Tem que ter responsabilidade”, afirmou Flávio.
A declaração foi dada à imprensa após reunião com integrantes da Federação União-Progressistas. As siglas decidiram apoiar Flávio para o segundo turno. Ele também tem o apoio do Novo e busca Republicanos e MDB.
Nesta semana, Lula disse que o adversário era contrário à medida e cobrou uma posição do PL para o avanço da proposta. O petista afirmou que a votação serviria como um “primeiro teste” para o partido de Flávio.
