O senador eleito pelo Rio Grande do Sul Ubiratan Sanderson (PL) participou nesta quarta-feira, 7, do Jornal da Oeste. Durante a entrevista, comentou sobre a nova composição do Congresso Nacional e a oportunidade de avançar com pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). "Eu, sinceramente, não vejo mais condições morais para que dois ou três ministros permaneçam."
Na visão dele, tudo depende da definição da presidência da Câmara Alta. "Desde hoje, nós começamos a organizar 2027", afirma. "A organização passa pela eleição de Flávio Bolsonaro e de um presidente do Senado digno, honrado, que cumpra a Constituição e não tenha rabo preso."
Sanderson afirmou que, se o eleito não for um "prevaricador", ele vai instaurar o processo de impedimento. "É bom que se diga que a instauração do processo não quer dizer o impeachment. Ninguém vai para fazer perseguição, obviamente, não é um projeto de vingança."
Julgamento não será penal, apenas político
O novo senador também destacou que, no Senado, o que deve ser avaliado é " a falta de condições morais para que continuem como ministros". Depois, sem toga, Sanderson afirma que prestarão contas à Justiça criminal.
Avaliando o resultado do primeiro turno, o político disse que a "população brasileira cansou da velha política populista e irresponsável da esquerda".
