SÃO LUÍS - Depois do fim da eleição para governador no Maranhão, a classe política agora se organiza para definir posições e ações para o segundo turno da disputa presidencial no estado. Pelo que tem se desenhado, o campo da direita - apesar de ter menos adeptos e votos - está mais organizado. Do lado pró-Lula, a situação não é das melhores. O racha que marcou a disputa pelo governo deve ser mantido nesta segunda etapa do pleito.
Isso significa dizer que o lado lulista ligado ao Palácio dos Leões deverá cruzar os braços para esta campanha de Lula. O presidente, por sinal, não falou com nenhum dos palacianos (nem para o governador Carlos Brandão) pedindo apoio nesta corrida rápida do segundo turno.
Então, secretários estaduais, deputados eleitos e reeleitos, por exemplo, não devem dispensar energia para ajudar a aumentar a votação do petista no Maranhão.
“Isso fica para o lado que o Lula decidiu ficar no primeiro turno, que não tem voto”, disse um palaciano à coluna. Claro que a referência aí é a Felipe Camarão (PT) que, nas redes sociais, mostra que não quer paz com o outro lado lulista ao criticar Orleans Brandão sobre posicionamento a favor de Lula. Ainda tem o deputado federal Márcio Jerry, que após conseguir a reeleição, enviou mensagens ofensivas ao governador Carlos Brandão.
