A recuperação dos preços da celulose ganhou força nas últimas semanas, sustentada por estoques menores na China, custos mais altos de madeira na Ásia e fechamento de capacidade de fibra longa. O movimento, porém, pode ter vida curta: a entrada de novas fábricas em 2027 deve aumentar a oferta em ritmo superior ao crescimento da demanda e voltar a pressionar o mercado.
Celulose a US$ 600? Suzano testa alta antes da nova oferta de 2027
