Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo em evento realizado na noite da última terça-feira, nos Jardins. O conselheiro vitalício afirmou que, caso eleito, pretende viabilizar um estudo para uma eventual SAF no clube, comentou os desafios de montar um time competitivo em meio a uma política de austeridade financeira e também detalhou como planeja seguir com a reforma estatutária, rejeitada pelos conselheiros recentemente.
SAF no São Paulo?
Marcelinho, como é conhecido, abriu o jogo sobre a possibilidade de uma transformação do São Paulo em uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Recentemente, o empresário Diego Fernandes se mostrou interessado em trocar o modelo de gestão do clube, mas a ideia não avançou.
“Todas as ideias de modernização serão estudadas e discutidas no São Paulo. A questão da SAF é uma questão que não adianta vir do presidente, é uma questão que tem que ser discutida no conselho, tem que ser legitimada. O que o presidente pode fazer é um estudo sério, imparcial, aprofundado, que nunca teve no São Paulo”, explicou o candidato.
“Do que? Das vantagens e desvantagens de cada modelo, SAF ou outros modelos. E isso deveria ser discutido amplamente, não correndo, de uma forma exaustiva no Conselho, para que se os conselheiros entenderem que é o melhor caminho, isso seja aprovado”, acrescentou.
Em seu plano de gestão, Marcelo Portugal Gouvêa defende que a SAF não é “vilã, nem ameaça”.
