A indústria brasileira de beleza e cuidados pessoais passou a aplicar inteligência artificial e biotecnologia em etapas operacionais da cadeia, utilizando algoritmos desde a seleção de matérias-primas e testes de formulações até diagnósticos faciais e capilares no ponto de venda. O avanço dessas aplicações e seus impactos no mercado moldaram os debates do Summit Inovação Abihpec 2026, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), em São Paulo.
A utilização de sistemas de IA na etapa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) auxilia na seleção de matérias-primas, na elaboração de formulações, na realização de testes e na identificação de padrões, segundo os dados apresentados ao longo da jornada. O recurso contribui para análises mais céleres e para a tomada de decisões fundamentada em dados.
A tecnologia também viabiliza diagnósticos e recomendações individualizadas. Dispositivos de análise facial e capilar, por exemplo, conseguem mapear características físicas da pele e dos cabelos de cada pessoa.
A partir dessas informações, sistemas sugerem produtos adequados tanto em ambientes digitais quanto no ponto de venda físico.
“A personalização vem ganhando espaço à medida que novas tecnologias permitem reunir e analisar informações sobre características individuais e preferências dos consumidores.
