O plenário do Senado inicia hoje a discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, reduzindo a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e estabelecendo duas folgas obrigatórias por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos.
Contexto da proposta
A proposta volta a ser discutida após as eleições que ampliaram a força da oposição na casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve o calendário de discussão do texto, com sessões previstas para hoje, amanhã e quinta-feira.
Desafios para aprovação
A aprovação da PEC se tornou mais difícil após os resultados das eleições. A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão, destacou que a situação política atual complicou a viabilidade da proposta. Além disso, empresários contrários à PEC começaram a contatar senadores para tentar esvaziar a votação.
Requisitos para aprovação
São necessários pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores em cada um dos turnos de votação.
A proposta é uma das principais bandeiras do presidente Lula.
Senadores como Flávio Bolsonaro e aliados se opõem à discussão da medida antes do segundo turno das eleições presidenciais.
Os debates sobre a PEC estão previstos para começar às 14 horas no plenário do Senado, mas há expectativa de um plenário esvaziado devido a manobras políticas da oposição.
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