A inteligência artificial pode ser usada como apoio em diferentes etapas na hora de investir, desde a organização financeira até a análise de ativos e o acompanhamento da sua carteira.
As ferramentas também já conseguem explicar conceitos, comparar alternativas e realizar simulações.
Para Ricardo Ratner Rochman, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGVcef), o limite do uso da tecnologia para investir depende mais do usuário e de seu conhecimento do que das ferramentas disponíveis.
“A IA veio para ficar, é uma ferramenta sensacional, ajuda muito na produtividade”, destaca. “E cada vez mais ajuda a tomar decisões inteligentes na hora de formar uma carteira de investimentos, principalmente depois de você já ter mais conhecimentos, para saber julgar se o que ela te devolve é bom ou não”.
Apesar das vantagens, o especialista alerta que respostas produzidas por sistemas de IA precisam ser questionadas e verificadas. Informações incorretas, dados desatualizados e até as chamadas “alucinações”, podem levar a maiores riscos de investimento.
Quando usar inteligência artificial para investir?
O uso da IA no mercado financeiro acontece de diferentes maneiras. Assistentes generalistas, como ChatGPT, Gemini e Claude, podem ser utilizados para resumir documentos, organizar informações, explicar indicadores e estruturar análises.
