A inteligência artificial está moldando diversas áreas no Brasil e no mundo, inclusive a saúde. Com a revolução da IA na área médica, haverá mudanças na forma como a medicina é estudada, e os profissionais precisarão se capacitar ainda mais. A constatação foi defendida por médicos, cientistas e empresários que se reuniram, nesta segunda-feira (6), na Casa Lide, em São Paulo, para discutir o impacto dessas novas tecnologias.
Em entrevista à CNN Brasil, Dimas Covas, médico, pesquisador e ex-diretor do Instituto Butantan, apontou a necessidade de encarar a inteligência artificial como uma realidade na medicina e, assim, incluir o conhecimento sobre essa tecnologia nas universidades brasileiras.
Nós temos que incorporar a inteligência artificial no ensino, de uma forma geral, e não proibir. O aluno não pode ser proibido de utilizar inteligência artificial, muito pelo contrário. Nós temos que criar a cultura do uso da IA desde a base. Os médicos precisam se preparar, porque isso é inevitável. A inteligência artificial na medicina é inevitável.
Dimas Covas, médico e pesquisador
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Em complemento, a médica e pesquisadora da Fiocruz, Dra.
