A tentativa de associar o nome na urna ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sem ter parentesco com eles, não se traduziu em vitória para a maioria dos candidatos. Dos 29 que adotaram a estratégia nas eleições, apenas cinco foram eleitos. Os outros 24 não conseguiram uma vaga.
Dos 20 candidatos que registraram inicialmente nomes com referência a Bolsonaro, três foram eleitos e 17 não foram. Entre os nove candidatos que adotaram o nome de Lula, dois foram eleitos e sete não conseguiram se eleger.
Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro
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Os candidatos disputaram cargos de governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital em diferentes estados do país.
Entre os cinco eleitos está Bruno Scheid (PL-RO), que concorreu ao Senado. Ele havia registrado inicialmente o nome de urna Bruno Bolsonaro Scheid, mas retirou a referência a Bolsonaro depois de uma decisão da Justiça Eleitoral.
Também foram eleitos Fabiana de Lima Barroso Souza (PL), que registrou Fabiana Bolsonaro e conquistou uma vaga de deputada estadual em São Paulo, e Crysthofour Pereira de Almeida (PL), o Fão do Bolsonaro, eleito deputado estadual no Paraná.
Sem parentesco, só 5 de 29 candidatos que usaram nome de Bolsonaro ou de Lula na urna foram eleitos
