Os bastidores do Palmeiras esquentaram nos últimos dias com farpas trocadas pela presidente Leila Pereira e por grupos da oposição. Após a mandatária se manifestar sobre o pedido de saída de seu marido, José Roberto Lamacchia, conselheiro do clube, dois grupos voltaram a citar o “conflito de interesse” e criticaram a postura da empresária com a situação.
A nota foi assinada pelos grupos Ocupa Palestra e Grupo Arquibancada, que questionaram a postura da presidente, que se referiu a seus opositores como “meia dúzia de imbecis”.
“A reação da mandatária em evento recente com conselheiros, infelizmente, seguiu o mesmo padrão já conhecido da opinião pública: em vez de apresentar respostas técnicas e salvaguardas institucionais a um problema real, a Sra. Presidente preferiu recorrer a desqualificações pessoais e dirigir ofensas verbais aos conselheiros e conselheiras que exercem com rigor o seu dever estatutário”, diz a nota.
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Os grupos ainda mencionam manifestação da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf), vinculada à CBF, que teria estabelecido condicionantes para situações de controle ou influência cruzada entre os clubes. Para a oposição, isso demonstra que o debate sobre potencial conflito de interesses é legítimo e reconhecido no ambiente do futebol.
A nota também rebateu as falas de Leila Pereira direcionadas aos conselheiros que questionaram o tema.
