A tecnologia está ampliando a capacidade da medicina de identificar riscos de doenças crônicas e hereditárias pelo mundo. Aqui no Brasil, esse é um cenário que busca ser difundido cada vez mais e é defendido tanto por médicos e cientistas, quanto por empresários do setor. Nesta segunda-feira (6), o assunto foi analisado na Casa Lide, em São Paulo, em um seminário criado para discutir sobre o impacto da inteligência artificial e da robótica na área da saúde.
Em entrevista à CNN Brasil, o professor e médico Carlos Carvalho, diretor de Saúde Digital na FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), explicou que o país precisa se aprofundar ainda mais no uso das ferramentas, principalmente nas IAs preventivas - aquelas que integram sistemas de saúde com informações sobre pacientes desde a infância até a fase adulta.
A expectativa é que a tecnologia seja utilizada para ampliar o acompanhamento dos pacientes e permitir intervenções mais rápidas.
Você usa uma base de dados da sua região, do seu estado e do seu país, com informações da saúde. Nela, eu sei o que aconteceu com aquele indivíduo. Eu posso analisar esses dados e extrair medidas de predição, e esse vai ser o futuro.
