O ano foi marcado por intensa volatilidade no mercado financeiro brasileiro. Diante desse cenário, investidores têm diversificado suas carteiras de investimentos para reduzir a dependência de um único ativo e buscar maior resiliência em seus portfólios. O debate sobre diversificação ganhou destaque no Panorama Itaúsa 2026.
A Bolsa vive um momento de recordes, tendo encerrado uma sexta-feira (2) aos 192 mil pontos e registrado nova marca histórica na segunda-feira (5) seguinte. A alta acumulada em 2026 já se aproxima dos 20%.
Brasileiro amplia leque de investimentos
O movimento de diversificação não se restringe às ações tradicionais. Segundo os dados apresentados no evento, mais de 5,7 milhões de CPFs estão investindo em renda variável.
Os ETFs (fundos negociados em Bolsa) também chamam atenção, com 862 mil investidores. Nos fundos imobiliários, a base já ultrapassa 3 milhões de pessoas, enquanto o Tesouro Direto conta com 3,5 milhões de investidores.
O cenário levanta a questão sobre o que tem levado o investidor a distribuir melhor seus recursos entre diferentes classes de ativos.
Em entrevista exclusiva ao CNN Money, Priscila Grecco, CFO da Itaúsa, comentou sobre a estratégia de diversificação adotada pela companhia nos últimos anos. “A gente está falando de uma década onde a gente fez grandes movimentações no nosso portfólio”, ressaltou.
