Mesmo com o James Webb e o Nancy Grace Roman ampliando os limites da astronomia, a NASA está desenvolvendo um novo telescópio espacial para investigar uma faixa do Universo que permanece praticamente inacessível.
Batizada de PRIMA (PRobe far-Infrared Mission for Astrophysics), a missão será dedicada ao infravermelho distante e poderá ajudar cientistas a investigar desde a formação de planetas até a evolução de galáxias e buracos negros supermassivos.
A missão acaba de avançar para uma nova etapa de desenvolvimento, chamada Fase B, na qual serão realizados o projeto preliminar e o desenvolvimento tecnológico. A PRIMA é a primeira integrante de uma nova classe de missões de médio porte da NASA, chamada Probe Explorers.
Apesar de ser considerada uma missão de porte intermediário em orçamento e prazo de desenvolvimento, os objetivos científicos são ambiciosos.
“PRIMA tem três objetivos científicos fundamentais: compreender as origens das atmosferas planetárias; descrever a coevolução das galáxias e dos buracos negros em seus centros; e acompanhar o acúmulo de poeira e metais ao longo do tempo cósmico”, explicou o professor George Helou, do Caltech, à IFLScience.
