O governo dos Estados Unidos discutiu o início de visitas recíprocas a instalações nucleares com a China e planeja continuar defendendo essa possibilidade durante reuniões presenciais nos próximos meses, segundo fontes a par do assunto.
As discussões, que têm sido informais e preliminares, ocorrem em meio à crescente preocupação dos EUA com o programa de armas nucleares da China, que se expande rapidamente, e após a expiração, no ano passado, do último acordo de controle de armas restante entre os americanos e a Rússia.
O esforço para estabelecer um acordo trilateral começou no primeiro mandato de Donald Trump, mas não houve progresso concreto e negociações formais sobre um novo pacto ainda não foram iniciadas, com a China e a Rússia ignorando, em grande parte, as iniciativas substantivas de aproximação dos EUA.
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A ideia de visitas recíprocas foi inicialmente levantada pelo lado chinês durante reuniões com autoridades americanas neste ano, disse uma fonte, indicando que a nação pode estar aberta a adotar medidas de construção de confiança que abram caminho para um acordo mais amplo.
