As bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira (6) impulsionadas principalmente por ações de farmacêuticas e bancos, enquanto a terceira sessão consecutiva de queda do petróleo ajudou a aliviar preocupações com inflação. O avanço ocorreu apesar de dados econômicos fracos na região e das incertezas fiscais na França.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,42%, a 10.541,69 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 25.461,96 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,40%, a 7.865,07 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,87%, a 51.261,40 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,70%, a 19.435,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,71%, a 9.420,43 pontos. As cotações são preliminares.
Na zona do euro, as vendas no varejo subiram 0,1% em agosto ante julho, abaixo do esperado, enquanto as encomendas à indústria alemã despencaram 10,6%, ante previsão de queda de 1%.
Na França, o alívio sobre os títulos soberanos também ajudou o humor após Marine Le Pen propor reduzir o déficit para menos de 3% do PIB até 2032.
Para o Commerzbank, a pressão vendedora sobre os OATs parece estar diminuindo. Ganhos nas bolsas na França e na Espanha acontecem apesar da crise social que leva nos últimos dias milhares de pessoas às ruas nos dois países.
Entre as ações, a dinamarquesa Genmab subiu 4,4% após seu medicamento Epkinly, desenvolvido com a AbbVie, reduzir em 51% o risco de progressão ou morte em estudo avançado contra linfoma.
