Ibovespa bate recorde e dólar tem maior queda desde 2018 após 1º turno
Nesta segunda-feira (6), no primeiro pregão após o primeiro turno das eleições presidenciais, o Ibovespa disparou 7,7% e superou pela primeira vez os 200 mil pontos, renovando seu recorde.
O dólar caiu mais de 4%, voltou ao patamar de R$ 5, e as taxas de juros projetadas pelo mercado para os próximos anos recuaram com força.
A reação ocorreu após Flávio Bolsonaro (PL) encerrar a primeira etapa da disputa à frente de Lula (PT), com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16%.
Entre as maiores altas da bolsa estavam Magazine Luiza, Cosan, B3, BTG Pactual e Vamos, todas com valorização superior a 20%.
🤔 Mas por que essas empresas subiram tanto? O que os setores que lideraram os ganhos têm em comum?
A resposta está, principalmente, na sensibilidade dessas empresas aos juros. Varejo, bancos, locadoras, construção civil e companhias mais endividadas tendem a reagir com mais intensidade às mudanças nas expectativas para o custo do dinheiro.
Por isso, as ações que mais avançaram foram justamente as de empresas mais expostas à economia doméstica e ao crédito.
Veja a seguir por que cada um desses setores reagiu de forma tão intensa no pregão.
Ações que mais subiram após o 1º turno
Arte g1
Nesta terça-feira (6), por volta das 11h44, Azzas, Fleury, Cogna, Totvs e Yduqs estavam entre as maiores altas da Bolsa. A Azzas liderava os ganhos, com valorização de 5,05%, cotada a R$ 23,29.
Veja os setores da economia que mais dispararam na bolsa após o 1º turno
