Ministro Alexandre de Moraes, do STF, concede prisão domiciliar para mulher que pichou estátua da Justiça no 8 de janeiro
Jornal Nacional/ Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de regime de Débora Rodrigues dos Santos para o semiaberto. Condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro de 2023, ela teve a pena reduzida em 212 dias por trabalho, estudos e leitura.
A decisão atendeu a uma manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou que Débora já cumpria os requisitos para a progressão de regime.
Débora ficou conhecida por ter pichado, com batom vermelho, a frase "perdeu, mané" na estátua "A Justiça", localizada em frente à sede do STF, durante os atos de 8 de janeiro. Ela foi condenada por cinco crimes. Relembre, abaixo, quais são e como as penas foram somadas até chegar ao total.
🔎O regime semiaberto é uma modalidade de cumprimento de pena privativa de liberdade intermediária entre o regime fechado e o aberto. No semiaberto, a pessoa condenada cumpre parte da pena em trabalho externo no período diurno, devendo retornar ao local da prisão para o recolhimento noturno e nos dias de folga.
Relembre a condenação
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria em 25 de abril de 2025 para condenar a cabelereira Débora Rodrigues.
A condenação se refere aos cinco crimes listados na denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Débora Rodrigues: relembre os crimes e o cálculo da pena de 14 anos definida pelo STF
