O motorista envolvido no atropelamento de Carlos Boulos, tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL-SP), foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil. O caso ocorreu na noite de sábado (3), na avenida 23 de Maio, no centro de São Paulo.
De acordo com a defesa, representada pelos advogados Natan Tolintino e Ana Paula Caliman, o veículo conduzido pelo motorista também passou por perícia e foi liberado após os procedimentos.
Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), testemunhas relataram que houve uma discussão entre os motoristas após uma colisão. Carlos Boulos, que conduzia uma caminhonete, teria desembarcado para interpelar o motorista do outro veículo.
Imagens feitas por testemunhas registraram parte da discussão. Nas gravações, Carlos aparece do lado de fora do carro e bate no veículo. Em seguida, o automóvel faz uma manobra para sair do local e atinge Carlos, que cai no chão.
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O caso é investigado pela Polícia Civil e foi registrado no 78º Distrito Policial (Jardins) como tentativa de homicídio.
Defesa apresenta outra versão
Segundo a defesa do motorista, ele estava em um Fiat Palio com a esposa e o filho e voltava do hospital quando uma caminhonete Hilux preta teria passado a buzinar, acionar o farol alto e projetar o veículo contra o carro da família.
