Jeffrey Chiquini (Novo-PR), eleito no último domingo (4), se tornou o candidato a deputado federal mais votado da história do Paraná em sua primeira disputa a cargos eletivos.
O advogado de 36 anos recebeu 425.399 votos, cerca de 155 mil votos a mais do que seu correligionário Guilherme Kilter, o segundo mais votado. Durante a campanha, suas principais pautas foram as críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Chiquini se destacou durante o julgamento da trama golpista no STF, em que defendeu Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Apesar da defesa, Martins foi condenado a 21 anos de prisão pela sua participação na trama e cumpre pena em Ponta Grossa, no interior do Paraná. Em 5 de setembro passado, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) visitou o ex-assessor de seu pai no presídio.
Na ocasião, o senador afirmou que Martins acreditava em sua eleição “mudar essa história triste que o Brasil está vivendo hoje com tanta perseguição”.
Chiquini diz, em vídeos publicados nas suas redes sociais, que o país vive uma “ditadura da toga” e que sua principal pauta será “arrumar a justiça do Brasil”.
“Eu vou combater a corrupção da esquerda. Eu vou combater a ditadura da Toga. Eu quero a valorização dos juízes de carreira. Eu quero o fim de pautas ideológicas nas nossas escolas e universidades.
