Uma loja de conveniência costuma ser pensada para resolver pequenos problemas rapidamente. Em Seattle, nos Estados Unidos, um estabelecimento decidiu seguir a lógica contrária. É possível encontrar cabos USB vendidos já emaranhados, uma vela que perde sua utilidade como régua conforme queima e até um telefone que, ao ser atendido, toca sempre a mesma música.
Apesar das prateleiras, do balcão e da aparência de comércio, a Inconvenience Store, ou “Loja de Inconveniência”, é uma instalação artística montada no espaço de uma antiga unidade da 7-Eleven.
Criado pelas artistas Lilia Deering e Mary Anne Carter, o projeto reúne trabalhos de mais de 70 artistas, principalmente de Seattle, e transforma objetos familiares em versões pouco práticas, inesperadas ou simplesmente absurdas.
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Uma loja onde o “inconveniente’ é proposital
A brincadeira começa justamente no contraste com o endereço escolhido. O espaço preserva elementos da antiga loja, como prateleiras, refrigeradores, caixa e balcão de alimentos, mas agora eles são ocupados por obras de arte distribuídas em 14 departamentos.
Entre as criações espalhadas pelas prateleiras estão cabos USB vendidos já emaranhados, bolsas produzidas com embalagens de salgadinhos e velas de cera de abelha em formato de ovo.
