Canhoto, dono de um talento inigualável e transformado ao longo dos anos para se tornar um líder incontestável, Lionel Messi deixa a seleção argentina como capitão e protagonista dos maiores momentos de alegria da história da ‘Albiceleste’.
Aos 39 anos, Messi anunciou no final de agosto o encerramento de uma trajetória de 21 anos com a seleção, marcada por derrotas dolorosas, uma aposentadoria “relâmpago”, um retorno triunfal, uma consagração há muito aguardada… E um romance eterno.
Messi se despedirá oficialmente de seu país nesta terça-feira (6), diante de 85.000 espectadores no Estádio Monumental de Buenos Aires, em um amistoso contra o Benin, um inesperado adversário africano.
“Falta pouco, algumas etapas vão se encerrando e esta é uma que dói muito. Amo, amei e sempre amarei estar na seleção. Dei tudo, não tenho mais nada a dar e, além disso, estão surgindo jovens muito bons que merecem estar lá”, escreveu o astro no Instagram.
O último capítulo foi a final da Copa do Mundo de 2026, com uma derrota para a Espanha por 1 a 0 no dia 19 de julho, três anos e sete meses depois do seu momento mais feliz: o título mundial de 2022, no Catar.
Messi deixa um legado imensurável para a Argentina, com números que parecem quase impossíveis de superar, tendo se tornado há muito tempo o jogador com mais jogos pela ‘Albiceleste’ (207).
