Diante de eventos climáticos extremos, como o El Niño, o setor de saneamento busca ampliar e reforçar a infraestrutura para universalizar os serviços até 2033.
A Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento) sustenta que a indústria de materiais para saneamento contribui diretamente para sistemas mais resilientes, por meio de produtos adequados, aliados à correta especificação, instalação e manutenção.
Dessa forma, redes mais estanques, confiáveis e resistentes a condições adversas contribuem para ampliar a vida útil dos sistemas de saneamento e reduzir a frequência de intervenções e manutenções.
Para Edson Silveira Sobrinho, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da associação, a sustentabilidade da infraestrutura precisa considerar o que acontece ao longo de sua vida útil.
“Um material mais durável pode significar menos substituições, intervenções e consumo de recursos por décadas. No saneamento, qualidade e durabilidade têm impacto econômico, ambiental e social”, afirmou à CNN.
Ainda segundo o diretor, a resiliência do sistema deve começar pela infraestrutura já existente.
“Quanto mais confiável, estanque e durável for uma rede, menor a exposição a perdas e falhas durante eventos extremos. A indústria pode contribuir com materiais, tecnologia e conhecimento técnico para preparar o saneamento para esse novo cenário climático”, finalizou Edson.
