O Ibovespa fechou esta segunda-feira, 5, em alta de 7,7%, aos 206.911,89 pontos, depois da liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno da eleição presidencial. O resultado representa o maior nível de fechamento da história da Bolsa brasileira e a maior alta diária do índice desde março de 2020.
Durante o pregão, o principal índice da B3 chegou a avançar 9,1%, aos 209.605,70 pontos. O Ibovespa reúne as ações das empresas mais negociadas na Bolsa e funciona como uma referência do desempenho do mercado acionário brasileiro.
O dólar à vista, por sua vez, terminou o dia em queda de 4,12%, cotado a cerca de R$ 5. A moeda norte-americana chegou a R$ 4,95 durante as negociações. Foi a maior queda diária do dólar diante do real desde 2018.
O movimento ocorreu um dia depois de Flávio terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com 100% das urnas apuradas, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% do petista. Os dois disputam o segundo turno em 25 de outubro.
Efeito Flávio: ações de bancos e varejistas avançam
Entre as ações que compõem o Ibovespa, Magazine Luiza terminou o dia com alta de 24,18%, enquanto Cosan avançou 23,79%, B3 subiu 22,63% e BTG Pactual ganhou 22,52%.
As ações da Petrobras também avançaram. Os papéis ordinários (PETR3) subiram 6,68%, enquanto os preferenciais (PETR4) tiveram valorização de 8,19%. Com isso, a estatal alcançou R$ 751 bilhões em valor de mercado.
