O ex-“American Idol”, Caleb Flynn, 40, foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pelo homicídio qualificado de sua esposa, Ashley, segundo o que foi decidido pela juíza Jeannine Pratt nesta segunda-feira (5).
Ele também foi condenado a 9 anos de prisão por adulteração de provas e a 7 anos de prisão por agravantes relacionados ao uso de arma de fogo, todas as penas a serem cumpridas consecutivamente, ou seja, uma após a outra. Flynn, vestindo um uniforme laranja de presidiário e com os pulsos algemados, chorou ao ouvir a decisão.
A juíza Jeannine Pratt disse a Caleb Flynn que suas ações foram “abomináveis” e afirmou que ele usou sua posição na igreja para manipular outras pessoas. Pratt condenou veementemente o assassinato da esposa por Flynn, afirmando que ele não precisava terminar seu casamento com um homicídio.
A filha de 12 anos de Flynn disse a ele, em uma declaração lida no tribunal, quanta dor e sofrimento ele causou a ela e à família. E o pai de Ashley, embora tenha dito que a família perdoa Flynn, pediu ao juiz que o sentenciasse com a “pena máxima prevista em lei”.
Os promotores argumentaram que o ex-participante do “American Idol” atirou fatalmente em sua esposa em fevereiro e simulou a cena do crime para parecer que um intruso o havia matado, apontando seu caso extraconjugal com uma colega líder de louvor de sua igreja como um possível motivo.
