O PL, partido com maior número de cadeiras, elegeu 121 deputados, distribuídos por 24 unidades da federação. É em Minas Gerais que a legenda tem sua maior bancada estadual: 21 eleitos. O estado também é o principal colégio eleitoral do PT. Com 70 cadeiras na Câmara, os petistas elegeram 12 deputados mineiros e têm representantes em 20 UFs.
Na sequência aparecem União Brasil, com 46 deputados, e PSD, com 43. O partido de Antônio Rueda elegeu parlamentares em 23 UFs, e seu melhor desempenho foi na Bahia, onde conquistou seis vagas. O PSD, presente em 17 estados, também teve no estado sua maior bancada, com o mesmo número de eleitos.
PP e Republicanos empatam com 41 cadeiras cada. O PP elegeu deputados em 21 UFs, com destaque para o Rio de Janeiro, onde fez cinco. Já o Republicanos, com representantes em 22 UFs, teve em São Paulo seu melhor resultado, com seis eleitos.
O MDB elegeu 36 deputados em 17 UFs, e sua maior bancada está no Pará, com seis parlamentares. O Podemos fez 27 cadeiras em 15 UFs, com São Paulo concentrando seis deles.
O PSB conquistou 15 vagas em oito UFs, e o Ceará foi o estado com mais eleitos da sigla (quatro). O PSOL, com 14 deputados, tem a menor capilaridade entre os partidos de médio porte: está em apenas seis UFs, mas metade de sua bancada, seis eleitos, vem de São Paulo.
O PCdoB elegeu 11 deputados em oito UFs, com três na Bahia. O PSDB também fez 11, em sete, e teve seu melhor desempenho no Rio de Janeiro, com quatro eleitos.
