O PL (Partido Liberal) chegará fortalecido à nova legislatura no Congresso Nacional a partir de 2027 e disposto a disputar o comando tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado Federal. O cenário ganhou força depois do resultado das eleições deste domingo (4), que ampliou significativamente a presença do partido no Parlamento.
Na Câmara, o PL elegeu 121 deputados e terá a maior bancada da Casa. No Senado, o partido também terminou como a maior força, com 28 senadores a partir de 2027.
Integrantes do partido nunca esconderam a intenção de transformar um resultado positivo nas urnas em poder institucional. Por isso, uma tendência é de que o PL deve buscar a presidência das duas Casas, com a construção de acordos com partidos de centro para viabilizar as candidaturas.
Na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) aparece como uma das possibilidades para a sucessão de Hugo Motta (Republicanos-PB). O deputado, reeleito neste domingo, já trabalha nos bastidores para fortalecer seu nome para a Presidência da Casa em 2027.
No Senado, um dos nomes do PL cotados é o de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador nacional da campanha de Flávio Bolsonaro e cujo mandato de senador vai até o início de 2031.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a afirmar à CNN nesta segunda-feira (5) que Rogério Marinho será o candidato da legenda à Presidência do Senado. Valdemar também disse que o partido não apoiará a tentativa de reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP).
