As eleições desse domingo (5) renovaram 54 das 81 cadeiras do Senado, ou dois terços da Casa. O Partido Liberal foi o que mais ganhou espaço, saindo de 15 para 28 senadores.
No sentido oposto, o PSD teve a maior perda. Se ao final de 2026 o partido tem 13, a partir de 2027 terá cinco senadores. Com o resultado, o partido de Flávio Bolsonaro se mantém como a maior bancada da Casa a partir de 2027.
O Novo foi o segundo que mais cresceu. Se antes a sigla tinha apenas um senador, Eduardo Girão, do Ceará, a partir do ano que vem contará com três: Deltan Dallagnol (PR); Marcel van Hattem (RS); Lahesio Bonfim (MA).
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O PSDB encolheu uma cadeira e agora terá dois senadores. O PSB e o PP também perderam dois senadores e agora terão quatro e seis, respectivamente. MDB, Podemos e PDT perderam um senador. O Avante tinha um senador e agora não terá mais representação na Casa Alta.
As principais viradas ocorreram em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde o PL não tinha cadeiras buscando a reeleição e conseguiu ganhar as 4, tirando espaço do MDB, PP, PSB e PSD.
A nova correlação de forças favorece a oposição e dificultará um eventual novo governo Lula. O cenário também deixa mais complicada uma reeleição do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
