O Ministério Público da Bahia denunciou, nesta sexta-feira (2), dez integrantes da torcida organizada Bamor, do Bahia, por organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça. Entre os denunciados estão o presidente e o vice-presidente da torcida, além de um policial militar.
A denúncia é resultado da “Operação Inquisição”, deflagrada em 28 de setembro para investigar casos de tortura física e psicológica dentro da sede da Bamor. De acordo com as apurações, as vítimas teriam sido agredidas com tacos de beisebol, martelo e faca e forçadas a confessar supostas irregularidades.
Ao todo, foram denunciados Matheus Pires Castro, presidente da Bamor; Luciano da Silva Venâncio, vice-presidente; Gabriel Pereira Silva, diretor-geral; Daniel Sena Duarte, diretor de sede; Ricardo Henrique Almeida da Silva, diretor de marketing; Diego Allan Conceição Sacramento, diretor de patrimônio; Ivã Cleiton de Jesus Santos, diretor de bateria; Luiz Wagner da Silva Santana, diretor de sede; Alan Rafael Regis Alves de Aquino, diretor financeiro e Fernando Santana Esquivel, policial militar apontado como integrante da torcida organizada.
Segundo o Ministério Público, todos permanecem presos preventivamente no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.
