Farmacêutico João Alencar (Novo), à esquerda, e Dr. Antonio Moeler (MDB) ficaram como suplentes nas eleições de 2026; ambos têm mandados de prisão em aberto por dívidas de pensão alimentícia.
Montagem - g1/TSE
Dois candidatos que disputaram as eleições deste domingo (4) com mandados de prisão em aberto ficaram como suplentes: Dr. Antonio Moeler (MDB), candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Sul, e Farmacêutico João Alencar (Novo), que concorreu a deputado estadual em Rondônia.
Os dois haviam sido identificados em uma reportagem do g1 publicada em agosto sobre candidatos com ordens de prisão pendentes de cumprimento. Os mandados contra ambos envolvem dívidas de pensão alimentícia e continuam em aberto, conforme apurado pela reportagem neste domingo.
Veja a votação registrada para cada um:
Dr. Antonio Moeler (MDB): 1.597 votos na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio Grande do Sul.
Farmacêutico João Alencar (Novo): 120 votos na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia.
Os dois aparecem com a situação de “suplente” no resultado da eleição e não conquistaram uma vaga entre os titulares. Isso significa que ficam na lista de substitutos e podem ser convocados, respeitada a ordem de suplência do partido ou da federação, caso um deputado deixe o cargo ou se afaste nas situações previstas em lei. Dois candidatos com mandados de prisão em aberto por dívidas de pensão alimentícia ficaram como suplentes nas eleições de 2026.
Dois candidatos com mandados de prisão em aberto ficam como suplentes nas eleições de 2026
