BRASIL - Dados parciais da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram diferenças na participação de mulheres eleitas para o Congresso Nacional e as assembleias legislativas nas Eleições 2026. Entre os estados com resultados definidos até este domingo (4), Mato Grosso do Sul tem a maior proporção de deputadas federais, enquanto o Amapá lidera entre os Legislativos estaduais.
Na Câmara dos Deputados, quatro das oito vagas de Mato Grosso do Sul foram conquistadas por mulheres, o equivalente a 50% da bancada. No Distrito Federal e em Roraima, nenhuma mulher foi eleita para a Câmara entre os resultados já definidos.
No Senado, o Distrito Federal foi a única unidade da federação, entre as dez consideradas na comparação, a eleger mulheres para todas as vagas em disputa. Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) conquistaram as duas cadeiras.
Já nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o Amapá tem a maior participação feminina, com seis mulheres eleitas para 24 vagas, ou 25%.
Os dados ainda são parciais e consideram dez unidades da federação com resultados definidos para a Câmara e o Senado e nove para deputados estaduais ou distritais.
Mulheres na Câmara dos Deputados
Mato Grosso do Sul tem a maior proporção de mulheres entre os estados com resultados definidos. Quatro das oito cadeiras serão ocupadas por deputadas: Camila Jara (PT), Rose Modesto (União), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (Republicanos).
