Uma coisa de que ninguém tem dúvida é a importância da Blizzard para a indústria dos games, em especial quando falamos do cenário de jogos para PC. A produtora revolucionou todos os gêneros que tocou: ARPG (Diablo), RTS (StarCraft), MMORPG (World of Warcraft) e hero shooter (Overwatch).
Apesar de todas essas contribuições, ela passou por problemas gravíssimos na virada da década de 2020. Há cinco anos, um escândalo trabalhista e de cultura tóxica estourou nos corredores da Blizzard, levando a desenvolvedora aos tribunais da Califórnia para responder sobre assédio sexual, discriminação e cultura de fraternidade contra funcionárias.
Além das várias denúncias gravíssimas, a empresa fez reestruturações para estancar o sangramento, mas não parou aí. A Blizzard também começou a perder popularidade entre os jogadores com lançamentos como o jogo de celular Diablo Immortal, o problemático lançamento de Warcraft III: Reforged e a conturbada sequência de Overwatch.
Todas as polêmicas e crises de imagem pública foram um fator para levar a Blizzard e a Activision à venda para a Microsoft em 2023. Logo depois da aquisição, a dona do XBOX cancelou um jogo que estava em desenvolvimento há seis anos e conduziu algumas reestruturações e demissões em massa.
