Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo)conquistaram neste domingo, 4, as duas vagas do Paraná no Senado. Com 94,06% da apuração concluída, Barros obteve 2.973.039 votos, equivalentes a 27,39%. Já Dallagnol recebeu 2.747.017 votos, ou 25,31% dos votos válidos. Os dois superaram Alexandre Curi (Republicanos) e Gleisi Hoffmann (PT).
Dallagnol e Barros disputaram a eleição na mesma aliança, formada em torno da candidatura de Sergio Moro (PL) ao governo do Paraná. Os dois concorreram pela coligação Fortaleza do Paraná, que reuniu o PL e o Novo.
A campanha pelo Senado no Paraná
A disputa pelas duas cadeiras dividiu candidatos de direita em alianças diferentes. Dallagnol e Barros integraram o grupo de Moro. Alexandre Curi (Republicanos) e Cristina Graeml (PSD) concorreram na chapa de Sandro Alex (PSD), apoiada pelo governador Ratinho Junior (PSD). Gleisi Hoffmann (PT) também participou da corrida.
Dallagnol usou sua trajetória na Operação Lava Jato como eixo da campanha. Defendeu medidas de combate à corrupção e criticou o governo Lula e a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal. Na convenção que oficializou a aliança, apresentou o grupo como o “time da Lava Jato”.
Barros entrou na disputa como deputado federal do PL e dividiu com Dallagnol as duas candidaturas ao Senado na chapa de Moro. A composição colocou os dois na mesma aliança, embora cada um dependesse de sua própria votação para conquistar uma cadeira.
