O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou neste domingo (4.out.2026) o 2º boletim das eleições de 2026. O levantamento aponta estabilidade operacional e baixo índice de problemas técnicos no 1º turno. Até as 12h, 935 urnas eletrônicas haviam sido substituídas, o equivalente a 0,16% das 499.248 máquinas em operação.
Nenhuma seção eleitoral do país (0%) precisou recorrer à votação manual com cédulas de papel até o horário do balanço. Para garantir a continuidade da votação, o tribunal disponibilizou 68.912 urnas de contingência. Desse total, 21 equipamentos precisaram ser substituídos depois de entrarem em operação.
RECORTE POR BIOMETRIA
Os dados do TSE mostram uma pequena diferença na taxa de substituição de urnas entre municípios com e sem identificação biométrica.
Nas cidades com biometria, 575 das 346.608 urnas instaladas foram substituídas (0,17%). Nos municípios sem biometria, foram 339 trocas entre 152.640 máquinas, o equivalente a 0,22%.
PANORAMA ESTADUAL
Em números absolutos, São Paulo registrou o maior número de trocas de urnas no país até as 12h, com 177 equipamentos substituídos (0,16% das 103.656 máquinas em operação).
O Rio de Janeiro teve 121 trocas (0,27% de 37.675 urnas), seguido pelo Paraná, com 110 (0,34% de 27.142); Pernambuco, com 79 (0,33% de 21.418); e Minas Gerais, com 72 (0,12% de 52.062).
Na proporção de urnas substituídas, o Paraná liderou o ranking nacional, com 0,34%.
