A Missão de Observação Eleitoral da OEA (Organização dos Estados Americanos) destacou neste domingo (4) a evolução tecnológica do sistema de votação brasileiro, que utiliza urnas eletrônicas há cerca de 30 anos.
Segundo o ex-chanceler chileno e ex-secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, que chefia a missão de observação eleitoral no Brasil, o sistema passou por aperfeiçoamentos ao longo do tempo e apresenta avanços principalmente na área tecnológica.
“Do ponto de vista da tecnologia, sobretudo o sistema brasileiro, que é bastante especial. O sistema de votação já tem cerca de 30 anos e cada vez está melhor, cada vez mais aperfeiçoado”, afirmou Insulza.
Esta é a quinta eleição acompanhada pela OEA no Brasil. Para as eleições de 2026, a missão é formada por 91 especialistas e observadores de 23 nacionalidades.
Os representantes acompanham a votação em 21 estados e no Distrito Federal. A missão também conta com observadores em seis cidades no exterior: Miami, Washington, Nova York, Lisboa, Londres e Buenos Aires.
Ao longo do dia, os observadores acompanham diferentes etapas do processo eleitoral, como a instalação das seções, o andamento da votação, o Teste de Integridade das urnas eletrônicas, o encerramento da votação e a transmissão dos resultados.
Redes sociais serão analisadas
A OEA também acompanha o impacto das redes sociais e questões relacionadas à liberdade de expressão durante o processo eleitoral.
