A nova fase da Corteva Agriscience começa com uma aposta de US$ 11 bilhões em inovação. A companhia, que passa a concentrar sua atuação no negócio de proteção de cultivos após a separação da operação de sementes - que se tornou uma nova empresa, a Vylor -, prevê lançar 12 novos ativos ao longo dos próximos dez anos, entre novos ingredientes ativos e produtos biológicos.
A mudança também marca, em 1º de outubro, o início oficial de Brook Cummingham como CCO (Chief Commercial Officer) global da Corteva. Antes de assumir a nova função, a executiva liderava a operação na região Ásia-Pacífico.
Durante apresentação a jornalistas no GAFFFF (Global Agribusiness Festival), realizado em São Paulo na última quinta-feira (1º), a executiva afirmou que a nova estrutura deve permitir à empresa concentrar esforços em inovação e responder com mais velocidade às mudanças do mercado. “O pipeline é avaliado em US$ 11 bilhões e vamos entregar 12 novos ativos nos próximos dez anos sendo sete químicos e cinco biológicos”, afirmou.
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Novo ciclo de inovação
Entre os projetos está um novo fungicida com mecanismo de ação voltado ao controle da ferrugem asiática da soja e de outras doenças de final de ciclo.
