O copiloto acusado de atacar seu colega a bordo do voo da Flydubai com destino a Israel e de tentar assumir os controles provavelmente agiu sozinho, disseram fontes israelenses à CNN.
Investigadores internacionais ainda trabalham para determinar um motivo, mas um oficial israelense disse que as informações obtidas na investigação sugerem que o suspeito agiu sozinho.
Outra fonte israelense afirmou que, no momento, Israel não tem conhecimento de qualquer ligação com um grupo ou governo. Ambas as fontes ressaltaram que essa era a compreensão delas até o momento.
Os Emirados Árabes Unidos e Israel estão investigando o incidente. O Ministério do Interior da Arábia Saudita, onde o avião fez um pouso de emergência, também está conduzindo investigações.
O procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos, Hamad Saif Al Shamsi, disse que o copiloto a bordo do voo tentou assumir o controle da aeronave atacando seu colega com um machado de emergência, um equipamento exigido na maioria das aeronaves. O procurador-geral classificou a tentativa de sequestro como um “ato terrorista“.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse à Fox News na quinta-feira que Israel entende que o suspeito “passou por uma doutrinação radical islamista“, com base em “informações pessoais” coletadas durante o interrogatório em andamento do suspeito. Netanyahu não forneceu mais detalhes.
