Viajar depois dos 60 anos está cada vez menos relacionado a simplesmente descansar. Para esse público, a experiência pode envolver gastronomia, natureza, cultura, bem-estar, atividades ao ar livre e, principalmente, liberdade para escolher o ritmo da viagem. São Paulo tem uma característica que favorece esse perfil: a diversidade de destinos em um único Estado.
Não há uma única maneira de viajar depois dos 60. Há quem procure águas termais e descanso, quem prefira praia, quem queira experimentar vinhos e gastronomia, quem busque natureza e quem ainda esteja disposto a se aventurar.
O Estado tem destinos para todos esses perfis e, para os viajantes do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, muitos deles estão a uma viagem de distância.
O Rio de Janeiro é a principal origem de visitantes que chegam a São Paulo pelos terminais rodoviários e aparece na liderança do fluxo aeroportuário doméstico em levantamentos recentes do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).
Minas Gerais também está entre os principais mercados emissores. Em levantamento com hóspedes, os dois Estados aparecem entre as principais origens de visitantes de São Paulo.
Para quem vem desses mercados, a proximidade e a variedade de experiências tornam o Estado uma opção para viagens curtas ou mais prolongadas.
