Dados do Tribunal Superior Eleitoral indicam que 918.876 eleitores que vivem no exterior estão aptos a votar em 2026. Fora do Brasil, a votação é exclusiva para a Presidência da República.
Entre os eleitores registrados no exterior, 528 mil são mulheres (57%) e 391 mil são homens (43%). Por faixa etária, o maior grupo é formado por eleitores de 40 a 44 anos. Depois aparecem as faixas de 45 a 49 anos e de 35 a 39 anos. Os solteiros representam 52%; os casados, 42%; os divorciados, 6%; e os viúvos, 1%.
Em relação à escolaridade, 38% têm ensino superior completo. Na sequência, aparecem os eleitores com ensino médio completo (29%) e superior incompleto (13%). Também estão registradas pessoas com ensino médio incompleto (10%), ensino fundamental completo (5%) e ensino fundamental incompleto (3%) e aquelas que sabem ler e escrever (1%).
Houve crescimento de 31,82% nos eleitores registrados no exterior em relação a 2022. Na última eleição para a Presidência, cerca de 697 mil brasileiros estavam habilitados a votar fora do país. Na última década, o número praticamente dobrou: em 2014, eram pouco mais de 354 mil.
Em 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Jair Bolsonaro (PL) no exterior. No 1º turno, o petista teve 47,17% dos votos. O então presidente ficou com 41,61%. A taxa de abstenção foi de 56,24%.
Já no 2º turno, Lula teve 51,28% contra 48,72% de Bolsonaro. A abstenção foi de 55,37%.
Maiores eleitorados
O eleitorado está distribuído por 186 cidades no exterior.
