Com a aproximação do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para este domingo, 4, dúvidas sobre votos brancos, nulos e abstenções voltam a ganhar espaço entre os eleitores. Embora as três situações resultem na ausência de um voto válido para determinado candidato, elas têm significados diferentes e produzem consequências distintas.
A principal semelhança entre os votos branco e nulo está no resultado: nenhum deles é considerado voto válido e, portanto, não é atribuído a candidato ou partido. A diferença está na forma como são registrados na urna eletrônica. A abstenção, por sua vez, ocorre quando o eleitor não comparece para votar e pode gerar a necessidade de justificar a ausência ou regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral.
No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas maiores de 18 e menores de 70 anos. Para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.
Neste ano, cada eleitor deve fazer seis escolhas na urna. A votação começa pelos cargos proporcionais e termina com a disputa presidencial. A ordem será:
Deputado federal, 4 dígitos;
Deputado estadual ou distrital, 5 dígitos;
Senador (primeira vaga), 3 dígitos;
Senador (segunda vaga), 3 dígitos;
Governador e vice-governador, 2 dígitos; e
Presidente e vice-presidente da República, 2 dígitos.
