Uma falha na urna eletrônica durante a eleição pode levantar dúvidas entre os eleitores, principalmente sobre o destino dos votos já registrados. Para essas situações, a Justiça Eleitoral prevê procedimentos de contingência que permitem retomar a votação.
A urna pode ser reiniciada, ter cartões de memória reposicionados ou substituídos e, se necessário, ser trocada por um equipamento de reserva. Em todos os casos, os procedimentos buscam preservar os votos computados e o registro de quem já votou.
Urnas evoluem sem mudar a experiência do eleitor
As eleições brasileiras utilizam diferentes modelos de urnas eletrônicas. Os equipamentos são fabricados considerando um período de uso de cerca de dez anos. Por fora, a Justiça Eleitoral procura manter o formato e a disposição do teclado para aproveitar a familiaridade dos eleitores. Por dentro, os equipamentos podem receber melhorias, como novos dispositivos de segurança e mais memória.
Ainda assim, uma urna pode apresentar falhas no dia da votação, mesmo depois dos testes e da manutenção preventiva. Quando isso acontece, a solução começa pelo procedimento mais simples.
O presidente da mesa desliga e religa o equipamento na presença dos fiscais. Segundo o TSE, esse reinício não altera as informações já gravadas nos cartões de memória, incluindo os votos registrados e o controle de quais eleitores já votaram.
O que acontece se o problema continuar?
