O cenário político brasileiro exige que o eleitor compreenda a fundo quem são os atores que tomam as decisões em Brasília. Quando se discute se o partido republicanos é de direita ou esquerda, a resposta oficial da própria legenda e de cientistas políticos aponta para o campo da centro-direita e da direita conservadora. Com uma bancada robusta de deputados e senadores, a sigla deixou de ser apenas um apoio minoritário para se tornar protagonista na definição de políticas públicas, influenciando diretamente desde a aprovação de reformas econômicas até debates sobre costumes e moralidade.
As raízes na religião e a evolução de uma legenda municipalista O registro do partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ocorreu em agosto de 2005, inicialmente sob o nome Partido Municipalista Renovador (PMR). A criação da sigla esteve fortemente ligada a lideranças e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que buscavam consolidar um espaço político próprio e institucionalizado. Pouco tempo depois da fundação, por sugestão do então vice-presidente da República José Alencar, a legenda foi rebatizada como Partido Republicano Brasileiro (PRB). Alencar foi uma figura central para dar credibilidade e peso nacional à sigla, compondo a chapa presidencial em duas eleições vitoriosas ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva.
